Relação humana profissional; o que vale mais?

03/12/2010 às 10:52 | Publicado em Propagandísticos | 3 Comentários

Olá, pessoal! “Vivendo e sempre aprendendo”. Frase clichê pra caramba, mas que trás um conceito que caminha no cotidiano de todos os seres. Ou pelo menos deveria caminhar.

A relação humana existe em qualquer situação que exija participação de dois indivíduos, obviamente. A relação humana no âmbito profissional, que é apenas uma seção, é o que eu gostaria de abordar superficialmente agora.

Atuar como um time é garantia de sucesso, certo? Não tenho dúvidas disso. Mas então porque as pessoas brigam? Porque as pessoas se acusam? Porque as pessoas muitas vezes não compartilham? Porque não se ajudam sempre e como deveriam? Muitas vezes nem dialogo há. Não há justificativas precisas que esclarecem. Há possibilidades.

Quais profissionais são os mais importantes? Os que ganham mais? Os que tomam as decisões? Os que contratam e demitem? E aqueles que trabalham com empenho independentemente de cargo? E aqueles que querem tornar o ambiente agradável e que se preocupam em ajudar a pessoa ao lado? Ou ainda aqueles que buscam incentivar a amizade e a relação pessoal em prol do comprometimento dos envolvidos visando os melhores resultados?

As coisas pendem para um lado ou para o outro de acordo com o tamanho da estrutura da empresa, se ela é maior ou menor, mas também estão ligadas ao perfil de seus líderes. Em propaganda é assim mesmo, falo isso por já ter vivenciado vários fatos dia a dia, e imagino que em outras áreas também seja.

Do meu ponto de vista acho que os resultados podem ser alcançados de várias formas, mas pra cada uma delas há consequências, sendo algumas delas preocupantes, críticas e as vezes negativamente decisivas. Particularmente se eu pudesse escolher, o ponto de partida seria cuidar bem da relação humana. A longo prazo ela se torna fundamental pra sobrevivência da equipe e da qualidade do trabalho, até porque uma equipe geralmente conta com indivíduos de comportamento e perfil distintos entre si. Há aqueles que chegam no horário pra sair no horário, há aqueles que não se preocupam com isso, há os que querem entregar e se livrar, há os que querem entregar o melhor e exigem tempo de produção, há os que gostam de socializar, há os que falam pouco, há os que trabalham pra viver, há os que vivem pra trabalhar, e por aí vai. Cabe a cada um adaptar-se ou sair em busca. Direito de escolha todos devem ter, mas é fundamental atentar para as consequências.

E vocês? Como vêem esta questão?

😉

 

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